CURSO: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NA SAÚDE

Dias e Local:

_________

  • Dia: 27 de SETEMBRO de 2019.

  • Local: AUDITÓRIO DA MEGASOFT - GOIÂNIA

Objetivos:

_________

  • O Curso Acolhimento e Classificação de Risco na Saúde tem como objetivo treinar servidores de integrantes do Sistema de Saúde, elevando os níveis de eficiência e eficácia da gestão local, bem como dotar os participantes de conhecimento e recursos instrumentais e técnicos sobre a administração pública para criar facilidade e segurança no cumprimento das metas previstas em suas programações. Ao final do curso, o aluno deverá ser capaz de conhecer as dimensões constitutivas do acolhimento, classificação e riscos e realização das condutas sobre as queixas mais comuns no atendimento à demanda espontânea de urgências/emergências.

Público Alvo:

_________

  • O curso é direcionado aos Gestores e Profissionais de saúde de nível médio e superior de qualquer complexidade de atendimento.

CARGA HORÁRIA:

_________

  • O curso terá 08 horas/aula, distribuídas em UM dias nos períodos matutino e vespertino.

Professor:

_________

  • O curso será ministrado pelo Palestrante Sarah Duarte - Consultora em Saúde Pública.

Certificado:

_________

  • Ao final do curso, o aluno que obtiver 100% (cem por cento) de presença receberá um certificado de conclusão do curso emitido pela empresa MR TREINAMETOS LTDA.

Investimento:

_________

  • GRATUITO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

_________

1. ACOLHIMENTO COMO DIRETRIZ DA POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO (PNH).

  1. Política Nacional de Humanização (PNH).

  2. Mas, afinal, o que é acolhimento?

  3. Por que acolher?

  4. Triagem x Acolhimento

2. Acolhimento e o SUS

  1. O acolhimento no SUS: um pouco de história

  2.  O acolhimento como um dos dispositivos que contribui para a efetivação do SUS

  3. Algumas sugestões e reflexões sobre a implantação do acolhimento nos serviços de saúde

 

3. DIMENSÕES CONSTITUTIVAS DO ACOLHIMENTO 

  1. O acolhimento como mecanismo de ampliação/facilitação do acesso

  2. O acolhimento como postura, atitude e tecnologia de cuidado

  3. O acolhimento como dispositivo de (re)organização do processo de trabalho em equipe 

 

4. A REORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO E O ACOLHIMENTO DA DEMANDA ESPONTÂNEA NA ATENÇÃO BÁSICA

4.1. Fluxos dos usuários na unidade 

4.2. Modelagens de acolhimento

4.3. Avaliação de risco e vulnerabilidade

4.4. Gestão das agendas de atendimento individual

 

5. O ACOLHIMENTO EM DIFERENTES REALIDADES E MODALIDADES 

  1. Acolhimento na Gestão

  2. Acolhimento na AB

  3. Acolhimento na urgência e emergência

  4. Acolhimento na Atenção Especializada

  5. Acolhimento na Atenção hospitalar

 

6. PARA VIABILIZAR A IMPLEMENTAÇÃO DO ACOLHIMENTO À DEMANDA ESPONTÂNEA NA ATENÇÃO BÁSICA 

  1. Novos personagens na produção do acolhimento

  2. O acolhimento à demanda espontânea e a Rede de Atenção às Urgências

  3. Apoio dos gestores às equipes de saúde 

  4. Diálogo com os usuários

 

7. DIFERENTES FORMAS DE ACOLHER EM SAÚDE

  1. Algumas maneiras de fazer

  2. Alguns dispositivos (tecnologias)

  3. Na situação concreta do serviço, algumas questões a considerar

 

8. CLASSIFICAÇÃO E RISCO

  1. Avaliação de Risco e Vulnerabilidades 

  2. Trabalho em Equipe

  3. O Papel da Primeira Escuta do Usuário no Processo de Classificação de Risco 

  4. Sugestão de Fluxos dos Usuários 

 

9. MODELOS PROTOCOLOS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

  1. Modelo Australiano 

  2. Modelo Canadense 

  3.  Modelo de Manchester 

  4. Modelo Americano 

  5. Modelo de Andorra 

  6. Modelo Ministério da Saúde – BR

 

10. QUEIXAS COMUNS NO ATENDIMENTO À DEMANDA ESPONTÂNEA E URGÊNCIAS/EMERGÊNCIAS

10.1. Sinais e sintomas recorrentes
10.2. Condutas